Título: Blade Runner 2049
Realizador: Denis Villeneuve
Lançamento: 05 de outubro de 2017
Trailer & Sinopse: Em anexo
Visto pelos olhos de quem não viu o filme original, o Blade Runner 2049 conta uma história satisfatória com efeitos visuais notáveis.
Não considero o Blade Runner 2049 uma obra-prima, mas também não concordo com os meus colegas críticos, quando dizem que é: "lixo de cinema, tal como o realizador". Só a obra anterior de Denis Villeneuve, A Chegada (um filme fascinante), contraria esta afirmação.
Depois de sair do cinema com uma estranha apatia e decepcionado com o desempenho da sequela, fiquei com curiosidade de ver o Blade Runner de 1982. Tenciono passar uma tarde com ele em breve para poder comparar ao de 2017. Por agora, posso afirmar que as 3 horas deste filme me cansaram para o enredo diluído que tem. Os atores representaram decentemente, e os efeitos visuais são admiráveis, como era de esperar.
Penso que uma das razões que fez com que o filme não tenha sido muito bem recebido foi o tema. Entre o original (1982) e o Blade Runner deste ano de 2017 passaram-se 35 anos, intervalo suficiente para tornar o tema do filme menos ilustre e banal.
Se conhecem o anterior e querem ver este, aconselho a fazerem-no no cinema, onde os efeitos visuais são vistos com a definição que merecem. A idade mínima para este filme deve rondar os 13/14 anos, não menos!
Sinopse
A acção decorre na Califórnia (EUA), em 2046. Neste mundo existem "blade runners", agentes da Polícia especializados em distinguir e capturar replicantes – humanóides criados artificialmente para serem usados como escravos – dos verdadeiros seres humanos. Quando o agente 'K' descobre um segredo que poderá levar à destruição da Humanidade, resolve procurar Rick Deckard, um antigo "blade runner" que há três décadas se encontra desaparecido e que parece ser a única pessoa capaz de o ajudar a encontrar as respostas de que necessita…
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